Jesus, o Homem Perfeito - III

2) Elementos Essenciais da Natureza Humana

a) Sobrenaturalmente concebido

“E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum?


E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.”
Lucas 1:34-35

b) Corpo natural e alma racional

“Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. “

Mateus 26:38

“E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;”

Mateus 4:2

3) Ele estava sujeito à lei do desenvolvimento

“E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. “
Lucas 2:40

4) Padeceu e morreu – Lc. 22.44

5) A Natureza humana de Cristo sempre se revela sem pecado.

“Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?” João 8:46


6) A Natureza Humana de Cristo cresceu, juntamente, com a sua Natureza Divina.

Jesus é único neste mundo.

Ele é o Filho unigênito e nenhum outro há igual a ele.

Jesus não é homem como nós, não é Deus como o Pai, mas é Deus-homem.

O hífen liga as duas naturezas, humana e divina de Jesus e divide-as, ao mesmo tempo.

Conclusão

Jesus é perfeitamente homem, com os mesmos sentimentos e atributos de um homem.

E ele tb é perfeitamente Deus, com os mesmos atributos de Deus.



Escrito por Carlos Gasparotto às 11h01
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Jesus, o Homem Perfeito - II

II - Definições Erradas sobre Jesus 

 

a) Docetistas ou Docetas

70 DC e duraram até 170 DC

Gr. doketes, de dokein,-> parecer, crer numa aparência.

Premissa falsa - Criam que as coisas materiais eram más.

Como o mal residia na matéria e como Jesus não tinha pecado, logo, também não tinha corpo material.

Então acreditavam que o corpo de Jesus era aparente e não real.

Essa doutrina não era mais que a filosofia grega e pagã introduzida na igreja.

 

b) Ebionitas - 107 DC era o judaísmo dentro das igrejas cristãs. Por não crerem na trindade, consideravam Jesus apenas um homem extraordinário, que se relacionava muito intimamente com Deus e nada mais.

 

Negavam a realidade da natureza divina de Cristo.

 

c) Arianismo - de Ário - 325 DC

Negava a integridade e a perfeição da natureza divina de Cristo.

Para eles, o Verbo não era Deus, mas um dos seres mais elevados do Criador.

 

d) Nestorianismo - de Nestório - 43l DC

Negava a união verdadeira entre as naturezas humana e divina de Cisto

 

e) Teoria de Eutiques - para ele, as duas naturezas de Cristo fundiram-se de maneira que formavam uma terceira natureza, que nem era divina e nem humana. Assim, Jesus não era humano e nem divino.

 

f) Apolinário - 381 DC

Negava a integridade da natureza humana de Cristo. Para ele Cristo não tinha mente humana. De humano ele só tinha o corpo e o espírito. O verbo que se fez carne tomou o lugar da mente e, por isso, cristo não era homem perfeito.

 

Em Resumo:

 

Os ebionitas negavam a natureza divina de Cristo e os docetistas negavam a sua natureza humana. Enquanto Ário negava a integridade de sua natureza divina, Apolinário a de sua natureza humana. Nestório negava a união verdadeira entre as 2 naturezas e Eutiques fundia as 2 naturezas formando uma terceira.

 

IV - A Verdadeira Natureza de Cristo

 

uma só personalidade em Cristo, mas duas naturezas: a humana e a divina, cada uma perfeita em si mesma.

 

Essas 2 naturezas são de tal modo unidas e relacionadas que formam uma única personalidade.

 

O NT revela com clareza que Jesus era uma unidade.

Se há uma dualidade de 2 naturezas, há uma unidade de pessoa.

 

a) A Humanidade de Cristo

 

1) A Realidade da humanidade - Jo. 8.40 - "Mas agora procurais matar-me, a mim, homem, que vos tem dito a verdade que de Deus tem ouvido; Abraão não fez isto."

Homens israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; 
Atos 2:22

 



Escrito por Carlos Gasparotto às 11h01
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Jesus, o Homem Perfeito - II

II - Definições Erradas sobre Jesus 

 

a) Docetistas ou Docetas

70 DC e duraram até 170 DC

Gr. doketes, de dokein,-> parecer, crer numa aparência.

Premissa falsa - Criam que as coisas materiais eram más.

Como o mal residia na matéria e como Jesus não tinha pecado, logo, também não tinha corpo material.

Então acreditavam que o corpo de Jesus era aparente e não real.

Essa doutrina não era mais que a filosofia grega e pagã introduzida na igreja.

 

b) Ebionitas - 107 DC era o judaísmo dentro das igrejas cristãs. Por não crerem na trindade, consideravam Jesus apenas um homem extraordinário, que se relacionava muito intimamente com Deus e nada mais.

 

Negavam a realidade da natureza divina de Cristo.

 

c) Arianismo - de Ário - 325 DC

Negava a integridade e a perfeição da natureza divina de Cristo.

Para eles, o Verbo não era Deus, mas um dos seres mais elevados do Criador.

 

d) Nestorianismo - de Nestório - 43l DC

Negava a união verdadeira entre as naturezas humana e divina de Cisto

 

e) Teoria de Eutiques - para ele, as duas naturezas de Cristo fundiram-se de maneira que formavam uma terceira natureza, que nem era divina e nem humana. Assim, Jesus não era humano e nem divino.

 

f) Apolinário - 381 DC

Negava a integridade da natureza humana de Cristo. Para ele Cristo não tinha mente humana. De humano ele só tinha o corpo e o espírito. O verbo que se fez carne tomou o lugar da mente e, por isso, cristo não era homem perfeito.

 

Em Resumo:

 

Os ebionitas negavam a natureza divina de Cristo e os docetistas negavam a sua natureza humana. Enquanto Ário negava a integridade de sua natureza divina, Apolinário a de sua natureza humana. Nestório negava a união verdadeira entre as 2 naturezas e Eutiques fundia as 2 naturezas formando uma terceira.

 

IV - A Verdadeira Natureza de Cristo

 

uma só personalidade em Cristo, mas duas naturezas: a humana e a divina, cada uma perfeita em si mesma.

 

Essas 2 naturezas são de tal modo unidas e relacionadas que formam uma única personalidade.

 

O NT revela com clareza que Jesus era uma unidade.

Se há uma dualidade de 2 naturezas, há uma unidade de pessoa.

 

a) A Humanidade de Cristo

 

1) A Realidade da humanidade - Jo. 8.40 - "Mas agora procurais matar-me, a mim, homem, que vos tem dito a verdade que de Deus tem ouvido; Abraão não fez isto."

Homens israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; 
Atos 2:22

 



Escrito por Carlos Gasparotto às 11h01
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Jesus, o Homem Perfeito - I

Jesus, o Cristo

 

Introdução - O Conselho de Deus

 

Desde os primórdios da eternidade, Deus determinou salvar o homem, i.e., criá-lo à sua imagem.

 

Colocando em termos humanos, sem desprezar a atemporalidade da divindade, digamos que está reunido o Conselho de Deus, o conselho mais importante do Universo. 

 

Isso se dá na eternidade, o que envolve um tempo singular onde não há presente, passado ou futuro, mas o já. Diz de um estado de coisas que não é sujeito ao espaço/tempo

 

Nesse conselho, O CORDEIRO de Deus foi ELEITO e é n’Ele que os homens tornam-se eleitos. Ef. 1.4 "Pq Deus nos escolheu nEle antes da fundação do mundo."

 

Quando se tornam um com Ele, os homens também desfrutam da mesma condição do ELEITO: santos e irrepreensíveis e, foi neste conselho que os crentes em Cristo Jesus, a geração eleita, foram predestinados para filhos por adoção. 

 

Este foi um conselho importantíssimo, isto porque, nesse Conselho, Deus determinou o seu Propósito Eterno.

 

I - Preparação

 

Desde o início da história humana, Deus começou a guiar e a dirigir todas as coisas de acordo com a sua vontade.

 

De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar.

Atos 17:26-27

 

Essa preparação revela-se em 2 ASPECTOS:

 

1) na política (Faraó, Ciro, Nabucodonosor) e na religiosidade dos povos.

 

Uma das peculiaridades mais interessantes dessa questão, se refere ao esgotamento da confiança dos gentios em sua religião, que não mais saciava a sede de seus adeptos.

 

Por isso, os povos estavam à espera de alguém que viesse de cima, de um Salvador do céu, que viesse de encontro com a sua esperança.

 

Isso explica a grande aceitação que Jesus teve, pois Deus estava preparando as condições no mundo para a sua vinda.

 

Parece que Deus deixou os homens pecarem até o limite para que reconhecessem a sua depravação moral a que podia chegar o homem corrompido.

 

Paulo descreve essa depravação em Rm 1.18-32

 

2) Deus também preparou o povo de Israel para a vinda do Messias.

 

Através da Lei, da Profecia e do Cativeiro na Babilônia,

Deus prepara Israel para o recebimento de seu salvador.

a) A LEI - serviu de ensino para as grandes verdades que Deus tinha para o seu povo, com figuras e sombras da realidade que é Cristo, como p. ex., a circuncisão, as purificações e os sacrifícios.

 

b) A PROFECIA - Deus usou para ensino da vinda do Messias, tanto a verbal quanto a escrita. Assim, vemos profecias típicas na vida do próprio Adão e Eva, José, Moisés, Davi, Jonas, etc. Ex. Gn 3.15 ("E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente: esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar."

 

C) O CATIVEIRO - unificou a nação em torno do monoteísmo e a transformou de uma nação agrícola em nação mercantil e comercial, gerando uma missiologia por várias partes do globo.

 

No que se refere aos judeus essa preparação foi toda especial.

 

Ele trabalhou abertamente, fez conhecidos os seus planos aos homens por intermédio deles, até que chegou a plenitude dos tempos e o Messias chegou.

 

Isto é, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, celestiais ou terrenas, na dispensação da plenitude dos tempos. Efésios 1:10

 

Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da lei, Gálatas 4:4

 

 



Escrito por Carlos Gasparotto às 10h59
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