Depois de engolir uma ovelha prenhe na vila de Kampung Jabor, a cerca de 200 km de Kuala Lumpur, capital da Malásia, uma cobra de seis metros de comprimento parou para descansar no meio de uma estrada local nesta terça-feira.
O réptil, que pesa cerca de 90kg, estava muito "carregado" para conseguir se mover, o que facilitou sua captura pelo Corpo de Bombeiros. ------ Comentário do blog: pois é, toda vez que uma ovelha fica olhando para a "cobra", ela corre o risco de ser engolida.
E veja como é feia uma ovelha engolida por uma cobra.
Vejam esse vídeo do Domingo Espetacular, da Rede Record, apresentado por Paulo Henrique Amorim e Afonso Mônaco, no último dia 17 de fevereiro de 2.008, detalhando a guerra jurídica Igreja Universal do Reino de Deus x Imprensa, principalmente a Folha de São Paulo e O Globo.
Colocam a jornalista e repórter especial, Elvira Lobato, 35 anos de jornalista e 23 de Folha, no olho do furacão.
O Pastor Jorge Pinheiro, da Igreja Batista em Perdizes, São Paulo, doutor e mestre em ciências da religião pela Universidade Metodista de São Paulo e teólogo pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo e, ainda, jornalista, estará lançando no próximo dia 1.º de março, sábado, a partir das 18 horas, com um coquetel, na Livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista, em São Paulo, o seu mais novo livro: "Deus é Brasileiro, as Brasilidades e o Reino de Deus”.
O livro é um estudo que se situa no campo das Ciências da Religião. A partir das religiosidades brasileiras, analisa a relação entre a multiculturalidade brasileira e o conceito cristão de Reino de Deus.
Na ocasião, será lançado também o livro de Jaci Maraschin e Frederico Pieper Pires, "Teologia e Pós-Modernidade, novas perspectivas em teologia e filosofia da religião".
A Maior Organização Gay dos EUA Confessa a Verdade: "o HIV é uma Doença Gay".
Washington, D.C., EUA - Em declaração pública no dia 8 de fevereiro de 2008, Matt Foreman, diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, perturbou o movimento homossexual militante ao se juntar à Vigilância Sanitária americana, a organizações pró-família e a um número crescente de ativistas homossexuais dispostos a admitir que a conduta homossexual representa risco extremo e é a principal responsável pela propagação do HIV/AIDS nos EUA.
Tratando do assunto da AIDS, Foreman se desviou drasticamente da linha partidária do lobby gay ao confessar: "Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade".
Pouco mais de um ano atrás, Lorri Jean, diretora-executiva do Centro Gay e Lésbico com sede em Los Angeles, de forma semelhante chocou o movimento homossexual ao declarar: "O HIV é uma doença gay. O HIV é nosso. Acabemos com ele".
A confissão de Foreman vem logo após a carta de Matt Barber, diretor de questões culturais de Concerned Women for America, convidando Foreman e outros ativistas homossexuais a cooperar para desencorajar os homossexuais de se engajarem nas condutas de alto risco que pesquisadores recentemente determinaram são responsáveis pela propagação epidêmica de uma variante potencialmente mortal de uma infecção estafilococa entre certos segmentos da população gay. A Vigilância Sanitária reconheceu que muitas dessas mesmas condutas de alto risco, tais como o sexo anal entre homens, são as principais responsáveis pela propagação do HIV/AIDS.
Matt Barber falou com relação à confissão de Foreman: "É extremamente animador ver que Matt Foreman, um ativista homossexual que por muito tempo negou os perigos do estilo de vida que ele promovia, publicamente agora aceita a verdade de que esse estilo de vida traz perigos inegáveis.
"Só espero que agora ele pare de promover a conduta homossexual e faça campanhas para que as elites liberais, principalmente os que administram as escolas públicas, tomem a mesma atitude. Os educadores precisam sinceramente tratar das conseqüências potencialmente mortais do estilo de vida 'gay'.
"É crime e falta de juízo a Associação Nacional de Educação e os educadores liberais colocarem os modismos politicamente corretos e uma agenda política enganosa acima das vidas, saúde e bem-estar das crianças da nação. A evidência está aí para todos verem. Homossexualismo não tem a ver com 'quem' são eles, mas com 'o que' fazem eles. A Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica tem agora, de fato, reconhecido essa realidade. A honestidade deles é estimulante e inesperada", concluiu Barber.
Título do original: Top "Gay" Organization Comes Clean: "HIV is a gay disease."
Maestro Une Judeus e Palestinos em Orquestra Sinfônica.
Berna (Suiça) - O território é pequeno com terra mais árida que fértil. O tão falado rio Jordão é mais um regato diante dos nossos rios caudalosos. Um lago tem uma densidade tão grande de sal que ninguém nele afunda e chega a corroer pedras. Mas os poucos quilômetros quadrados que se pode atravessar de carro em algumas horas é palco de lutas milenares, movidas geralmente por religião.
A região inspira paixões e ódios, guerras, cruzadas e são poucos que conseguem falar em israelenses e palestinos sem cair no desagrado. De um lado, israelenses preocupados com sua segurança; do outro, palestinos revoltados com a ocupação. Na situação atual, dois Estados parecem ser a solução, mas como colocar isso em prática ?
No meio dessa contenda que se prolonga sem vislumbre de uma solução próxima, um homem consegue abrir caminho, respeitado pour uns e outros, por mostrar ser possível a paz utilizando-se partituras musicais.
Se os instrumentos musicais tocados por israelenses e por palestinos emitem os mesmos sons e podem conviver numa orquestra sem desafinar, então é possível outros tipos de colaboração. Isso ele não diz, mas deixa aos próprios israelenses e palestinos tirar essa conclusão. Vai levar tempo, mas a arte é sempre precursora e outros tipos de acordes musicais ainda ecoarão, mesmo porque como dizem alguns profetas desesperados – israelenses e palestinos estão condenados a viver juntos em paz.
Alguns ensaios já houve, seguidos de decepção –muitos apertos de mão transmitidos pela televisão e um outro que presenciei pessoalmente, num já distante Forum de Davos, entre Shimon Peres e Yasser Arafat. Alguns diziam que com Rabin se chegaria a uma solução, mas Rabin foi morto pelos extremistas do Grande Israel, incapazes de ceder colonias e territórios aos palestinos; outros acreditavam que com Mahmoud Abbas se encontraria a equação capaz de levar ao reconhecimento do Estado palestino por Israel, mas o Fatha láico perde terreno para os fundamentalistas do Hamas, para os quais o lugar de Israel é no mar.
O diálogo se tornou impossível com o barulho das construções de casas pelos colonos nos territórios ocupados e das explosões dos foguetes lançados diariamente pelo Hamas.
Exceto para a orquestra criada pelo pianista e maestro Daniel Barenboim, formada por músicos israelenses e palestinos. Desafiando a dissonância geral, o judeu Barenboim conquistou com seus argumentos musicais a cidadania ou nacionalidade palestina, e é com passaporte palestino que Barenboim deixa o território israelense para ir a Ramallah, onde tem um lugar para morar, enquanto ensaia os músicos palestinos.
Contam que Barenboim, no início de sua carreira de pianista, não tinha esse tipo de preocupação. Mas foi um encontro com Edward Said, palestino nascido no Egito e professor em Nova Iorque, do qual se tornou amigo que o levou a se interessar pela questão palestina. Muitos hoje não entendem como um pianista de renome, com agenda de concertos repleta, pode interromper suas tournées para ir a Ramallah aperfeiçoar os músicos palestinos de sua orquestra, levando consigo músicos do outro lado do muro.
Hoje a orquestra, que toca longe da desafinação geral, é reconhecida, mas quando houve o primeiro concerto em Ramallah, transmitido ao vivo pela televisão franco-alemã Arte, nada foi fácil. Os músicos israelenses, habituados a ensaiar e tocar junto com os palestinos nos EUA e Europa não tinham recebido salvo-conduto israelense para ir a Ramallah. A solução veio da Espanha, mesmo porque é o governo regional de Andaluzia o principal financiador da orquestra mista de Barenboim.
Por que Andaluzia ? Porque, embora poucos hoje saibam, nos séculos XII e XIII, viviam juntos em Andaluzia árabes, vindos principalmente de Bagdá, com judeus e cristãos. Foi uma época de paz, extremamente próspera para a região andalusa, cuja arquitetura ainda hoje atesta.
O governo espanhol forneceu passaportes diplomáticos para todos os integrantes da orquestra e uma ONG alemã alugou os carros blindados para os músicos israelenses irem a Ramallah.
Alguns músicos palestinos tinham participado da primeira Intifada, quando crianças, e hoje podem dialogar com seus vizinhos, coisa impossível em outras circunstâncias. É verdade, reconhecem, que as questões vitais geralmente não são levantadas, mas um tabu foi quebrado.
Leila Shahid, representante palestina junto à União Européia, e Abraham Burg, ex-deputado israelense, dirigente da Agência judáica e da organização sionista mundial, reconhecem a importância do trabalho de Daniel Barenboim. A orquestra de Barenboim é a antecipação da, talvez ainda distante, futura coexistência pacífica entre israelenses e palestinos.
Este texto do Molotov, blog do PSTU, foi recomendado por um companheiro trotskista. É um texto apologético que discute materialismo histórico, fé e Deus. É muito interessante: recomendo a leitura.
"Mas sejam quais forem as circunstâncias da minha morte, morrerei com fé inabalável no futuro comunista da humanidade".
(Leon Trotsky).
A fé é um fenômeno tipicamente humano. Quase todos os seres humanos manifestam fé em algo. Leon Trotsky, por exemplo, na frase citada acima, afirma sua "fé inabalável" no futuro comunista da humanidade. Outras pessoas têm outras fés, diferentes (e não necessariamente incompatíveis com essa fé de Trotsky).
De onde Trotsky tirou sua "fé inabalável" no futuro comunista da humanidade? Quem podia lhe garantir que o futuro da humanidade não será a barbárie (como expresso na célebre dicotomia de Rosa Luxemburgo: "Socialismo ou barbárie"), quem podia lhe garantir que o comunismo triunfará? Nada, nem ninguém, poderia. Mesmo assim, Trotsky tinha não apenas fé, mas fé inabalável, em um futuro comunista.
Algumas polêmicas podem então ser suscitadas quando os ateus proclamam a sua crença na não existência de Deus como sendo a "Verdade". Em primeiro lugar, existe uma grande diferença entre não aceitar as religiões oficiais estabelecidas (como o catolicismo ou o luteranismo) e ser ateu. Vejamos alguns exemplos:
O próprio Charles Darwin, criador da Teoria da Seleção Natural, morreu sem nunca se afirmar ateu. Nos últimos anos de sua vida, dizia-se agnóstico, e polemizava com os que queriam impor o ateísmo (como polemizou com o marxista Edward Aveling, esposo de Eleanor Marx).
Um dos maiores físicos de todos os tempos, pai da Teoria da Relatividade, o socialista Albert Einstein, não era ateu, e expressou em diversas oportunidades sua religiosidade. A mais célebre talvez tenha sido na sua conhecida frase "Deus não joga dados". Mas essa não foi a única ocasião. Certa vez afirmou: “a ciência sem a religião é manca; a religião sem a ciência é cega” O fato de Einstein não professar nenhuma religião oficial nunca o tornou um ateu.
Einstein não acreditava em um Deus personalizado, mas se irritava quando insistiam em lhe imputar a pecha de ateu. Einstein sempre estabeleceu uma distinção nítida entre sua descrença num Deus pessoal, de um lado, e o ateísmo, de outro. Num texto em que comentava um livro que negava a existência de Deus, Einstein disse: “Nós, seguidores de Espinosa, vemos nosso Deus na maravilhosa ordem e submissão às leis de tudo o que existe, e também na alma disso, tal como se revela nos seres humanos e nos animais." Em seu ensaio "Religião e Ciência", de 1930, Einstein definiu o que chamava de "três estágios de desenvolvimento" da religião. O terceiro estágio, que considerava o mais avançado, ele chamou de “sentimento religioso cósmico”.
A crença de Einstein talvez seja reflexo da percepção mais moderna, do século XX, que tinha do Universo e da matéria (ele mais do que ninguém, como pai da Relatividade). A visão que se tinha da matéria no século XIX, nos tempos em que Marx escreveu (obviamente condicionado por sua época), era uma visão bastante limitada, e bem menos refinada do que a visão que foi-se desenvolvendo no decorrer do século XX.
O próprio materialismo histórico de Marx distinguia-se do materialismo vulgar de Feuerbach. Marx, pessoalmente, era um ateu, porém sua maior contribuição teórica, o materialismo histórico, é uma Teoria da História, cuja preocupação central é explicar a evolução da história humana através do prisma da luta de classes. Não se tratava de uma mera filosofia da matéria, como o materialismo vulgar, cuja maior preocupação era afirmar a "matéria" como sendo tudo o que existe, e negar a existência de qualquer evento ou Ser extra-material (incluindo Deus).
A própria concepção de matéria da época de Marx sofreu inúmeros impactos posteriores. No tempo de Marx, o átomo, unidade fundamental da matéria, ainda era visto como uma bolinha indivisível, e seus componentes como prótons, nêutrons e elétrons ainda não haviam sido descobertos. No decorrer do século XX, responder a pergunta: "O que é a matéria" tornou-se algo cada vez mais complexo. Einstein descobriu que E=mc² (a correspondência entre matéria e energia). Os prótons e nêutrons foram cada vez mais subdivididos em novas partículas subatômicas descobertas, surgindo toda uma "fauna" de múons, glúons, quarks, e outras partículas até hoje não inteiramente compreendidas pelos cientistas. Descobriu-se que a luz, misteriosamente, as vezes se comporta como onda eletro-magnética, e as vezes como partícula (o famoso fóton). A força da gravidade continua um mistério, e ainda não há provas irrefutáveis da existência de uma partícula chamada gráviton, que permanece na especulação.
Se é tão difícil afirmar o que é a matéria, como os "materialistas" de nosso tempo podem afirmar com tanta certeza que tudo o que existe é a matéria, e não existem seres imateriais (incluindo o Criador)? Como podem cultuar o seu "deus matéria" sem sequer explicar do que ele é feito?
Não seria mais prudente, e mais plural e democrático, manter o materialismo histórico como aquilo que ele é, uma Teoria da História, baseada na luta de classes?
* Este texto é de autoria de Iskra, em um debate democrático com os defensores do ateísmo. O autor é materialista-histórico (em sua concepção da História humana), mas não é materialista (em sentido feuerbachiano), e acredita em Deus.