Rendição!

 

Não creio ser apropriado incentivar as pessoas para aceitarem a Cristo, mas para virem ao arrependimento.

Porque quem regenera é Cristo, quem justifica é Cristo, quem santifica é Cristo e quem salva é Cristo.

Quando nos arrependemos, somos aceitos por Ele e quando cremos, somos salvos por Ele.

Na verdade, é Ele quem nos aceita primeiro.

Para sermos filhos é preciso aderirmos, arrependermos, confessarmos e mudar a nossa mente!

 



Categoria: Gospel
Escrito por Carlos Gasparotto às 13h53
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Liberdade para os Evangélicos?

 

A respeito da liberdade religiosa, podemos dizer que até Pilatos disse que garantiu a liberdade de Jesus pregar, em carta enviada a César, 3 anos antes dele ser julgado. O que o governo deve garantir é essa liberdade constitucional de expressão, afora o direito à liberdade, à justiça, à saúde, ao direito de se reunir livremente, ao salário, à previdência social e a outros direitos expressos na Carta Magna.

 



Categoria: Política
Escrito por Carlos Gasparotto às 13h39
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Diferenças entre Igreja Humanista e Igreja Humanizada

 

Ultimamente tenho visto e lido muito sobre uma teologia humanista na igreja, pela qual, a pretexto de se pregar um Evangelho humanizado, de que Jesus é diferente dos seus discípulos, porque não respeita caprichos religiosos, de etiqueta engessada, pré-conceituosos e estigmatizantes e que impedem seus irmãos de perceberem a alma alheia, prega-se um falso Evangelho adornado com filosofia humanista. Concordo que deve ser assim, mas o problema é confundir uma igreja humanizada, onde os valores pessoais devem respeitados e amados, com uma igreja humanista, que afasta o poder de Deus, a fim de introduzir a força do braço humano, onde é pregado um narcisismo inconsequente, sem qualquer restrição ao pecado, que honra uma época quando tudo gira em torno do homem, fazendo crer que o tempo de Laodicéia é chegado. Ademais, Laodicéia significa governo do povo, pelo povo e para o povo, tudo em favor dos direitos humanos, uma igreja arrogante, orgulhosa de sua autonomia e tão independente que faz o que lhe compraz - mas tão distante de Cristo que Ele bate à porta para que alguém O deixe entrar. Assim, como Filadélfia e Esmirna foram elogiadas pela sua fidelidade a Deus, Laodicéia se entusiasma na felicidade do homem.

 



Categoria: Gospel
Escrito por Carlos Gasparotto às 12h51
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O Gezuiz dos Evangélicos e o Jesus do Evangelho

Franklin Rosa

“populesco evangeliquês”, tem uma facilidade imensa de estereotipar num pacote pronto e fechado, suas concepções idealizadas acerca da identidade e personalidade de Jesus de Nazaré.

É por esta razão, que existem “zilhões” de expressões comunitárias de cultos e serviço ao “divino”, com configurações que são tão antagônicas entre si, quanto o “ocidente dista do oriente”.

Toda essa parafernália hibrida do imaginário religioso, torna-se um grande empecilho para muitos daqueles que ainda não se familiarizaram com a mensagem da cruz manifestada na pessoa do Filho de Deus.

Essa imagem idealizada do Nazareno, impede que as pessoas agasalhem com naturalidade e bom grado a proposta das boas novas no coração, por conta dos excessos de zelo, legalismo e radicalidade fundamentalista.

A falsa idéia de “preservação da identidade e da tradição”, tem sua fundamentação numa espiritualidade que é divorciada de humanidade e que é gerada na mentalidade rígida dos “guardiões da ortodoxia”, que conceberam um Cristo alienado a inerente fragilidade, falibilidade e sensibilidade do ser humano, embora no seu discurso propalem o contrário.

Essa elaboração cristianizada pré-condicionada, produz discípulos da esquizofrenia, divulgando uma imagem intragável do evangelho, instalando assim sentimentos de aversão na percepção daqueles que estão “de fora dos portões”.

Sei que não é seguro generalizar, mas o que escrevo é uma constatação pessoal da maior parte do contexto religioso onde estou inserido e, por isso, é que me restrinjo a comentar exclusivamentesobre esse movimento em particular.

Quando fazemos uma leitura dos Evangelhos com as lentes da “descomplexidade”, desenvolvendo o exercício simples de imaginar como Jesus se movia na vida e no caminho daqueles que estavam em contato com Ele, obrigatoriamente chega-se à conclusão de que: O Gezuiz dos Evangélicos é um, e o Jesus dos Evangelhos é outro.

O Gezuiz dos Evangélicosé um ser alienado e anti-social que prima pela vida monástica do deserto da consagração pessoal, segregado do convívio com gente, para se apresentar nas ambiências religiosas com ares de “Super- Mashiach”, não tendo assim de se contaminar com o mundo perdendo o status de “espiritual”. Ele só tem permissão de trafegar na santidade das catedrais, nas liturgias mórbidas dos templos “consagrados ao Senhor”, nas convenções denominacionais, nos retiros espirituais, nas escolas bíblicas dominicais. Ele presenteia com passaporte para o tormento eterno, aqueles que não se enquadram nos seus “elevados padrões morais”. Esse Gezuis que é uma caricatura da jactância do “clube dos iluminados e diferenciados”, rotula como filho das trevas todos aqueles que não pertencem a “confraria congênita protestante”.Ele não tolera ser contrariado, e exige uma estética impecável com relação a “indumentária e aparência pessoal dos santos”. Esse Gezuis, concede poderes especiais e faz conluios de hierarquia com o clero, para cercear a liberdade dos leigos que precisam de um treinamento especial para serem porta-vozes dos oráculos divinos.

O Jesus dos Evangelhos, é o Deus que se envolve e se move na alegria em que experimenta sua criatura se fazendo festivo, celebrando e “curtindo” a vida. É o Deus que gosta de “dança” e“churrascada” pra comemorar a conversão “dos Mateus”, que salva uma festa de casamento, pois afinal de contas ele também gosta de diversão e de um bom vinho, que aceita prontamente o convite para uma reunião de descontração e bate-papo na casa do amigo Lázaro, que se mistura com o povão, pois eles são a Sua motivação. Ele faz a inclusão dos excluídos, e proporciona cura e perdão para os inadequados pela religião. Ele não faz da fraqueza alheia um bichinho de estimação, que é alimentado sarcasticamente todas as vezes que se quebra os “votos de castidade institucional”. A todos Ele dá liberalmente e uni-lateralmente da Sua Graça, não admitindo moeda de troca ou pagamento de indulgência com exercícios espirituais, padronizações morais e compensações monetárias. Na sua perspectiva, está fora de cogitação toda manipulação mistificada da fé para atrair sua atenção, nem “salzinho”, nem “rosinha”, nem “óleozinho”, tem o poder de impressioná-lo ao nosso favor, somente Sua disposição em nos encontrar é que O satisfaz plenamente. O Jesus dos Evangelhos não é seletivo, Ele é abrangente na Sua misericórdia e proposta de eternidade, e foi por isso que se manifestou ao mundo: para desfazer as obras do diabo e dos crentes também!
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Fonte: Blog Poemas e Reflexões, do Pr. Anderson Mineiro



Escrito por Carlos Gasparotto às 08h37
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De Igreja, Arca & Tomates

 


Tenho visto muita coisa ruim sobre a igreja na mídia e na internet.
No momento em que alguns líderes são espinafrados e acusados de deslizes na área financeira, no Brasil, alguns colocam todos os demais no mesmo patamar e vêem na igreja um lugar onde os espertalhões se aproveitam da bondade do povo. Na arca de Noé também tinha muita sujeira, os animais e seus excrementos federam por um ano, mas ali dentro estava a salvação da família de Noé. Aqueles que criticam gratuitamente a igreja (não estou falando dos espertalhões), certamente não deixam de comer tomates só porque encontram alguns podres no meio. Assim como há infinidades de alimentos, de frutas e de todo tipo de comida, tb há infinitos tipos de igreja para satisfazer todos os gostos. É absurdo deixar de frequentar o "Corpo" somente por estar insatisfeito com a direção ou método de alguma igreja local, quando vc pode escolher outra que lhe agrade mais. Aliás, um dos poucos lugares que vi amor verdadeiro e desinteressado nesses 40 anos de fé, foi na igreja cristã, onde fui curado de minhas manias e complexos e onde fui acolhido. Por outro lado, vc não se demite de um emprego só porque tem pessoas chatas e chefes injustos e exigentes. Na sua família certamente há dias q vc quer sair correndo por não suportar o convívio. Seria diferente na igreja, formada por pessoas? "Esta é a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela", disse Jesus. E Paulo complementa, nos exortando a não deixarmos a comunhão. Problemas existem, mas ali paira a salvação.

 



Categoria: Gospel
Escrito por Carlos Gasparotto às 23h00
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Religião x Política Coloca Obama em Encruzilhada

 

A religião é, sem dúvida, um dos grandes assuntos que voltam a ser discutidos a cada novo pleito nos Estados Unidos. Este ano não é diferente. Debate após debate, os republicanos que disputam a indicação do partido trazem o tema à tona, por vezes com mais força que a taxa de desemprego, o crescimento da economia ou a política externa norte-americana. Comentaristas especulam sobre a fé religiosa de Barack Obama, enquanto seus adversários políticos não perdem uma oportunidade de insinuar que o presidente americano não é suficientemente religioso e, talvez, nem mesmo seja cristão, como se isso tornasse sua presidência ilegítima.

"Não sei exatamente o que pensa Barack Obama, mas é uma vergonha vivermos em um país onde o presidente tem de afirmar acreditar em Deus para ser eleito", diz Ed Buckner, antigo presidente e atual diretor da American Atheists, principal organizaçQuando o assunto é religião, Barack Obama se encontra em uma encruzilhada. O presidente americano manda mensagens mistas, tentando apaziguar os conservadores cristãos, ao mesmo tempo em que procura agradar grupos de outros credos e ateístas, que compõem uma parte significativa do seu eleitorado com raízes liberais. O resultado disso é uma maior suspeita quanto à fé do ocupante da Casa Branca, que é filho de pai muçulmano não praticante e mãe agnóstica. No seu livro A origem dos meus sonhos, Obama conta que se uniu formalmente a uma igreja (Igreja da Trindade Unida em Cristo, de uma paróquia predominantemente negra de Chicago) pela primeira vez quando tinha 27 anos, causando rumores de que a sua descoberta da fé não passou de uma decisão pragmática do então jovem e ambicioso líder comunitário.

A necessidade de provar sua fé religiosa acompanha Obama desde sua primeira campanha presidencial, em 2008. Em meados daquele ano, o político passou a concluir seus pronunciamentos com "God Bless America" (Deus abençoe a América), desfecho praticamente obrigatório para todos os discursos presidenciais americanos, desde que a frase começou a ser usada pelo ídolo dos conservadores dos EUA, o ex-presidente Ronald Regan, na década de 80. Antes de ser consagrada por Reagan, a frase só tinha sido usada uma vez por um presidente americano da era moderna. Richard Nixon, quando conclui seu discurso sobre Watergate, em 1973.

No aniversário de dez anos dos atentados de 11 de Setembro de 2001, Obama abriu seu discurso para os sobreviventes e as famílias das vítimas, no Marco Zero, em Nova York, com o Salmo 46 da Bíblia, dizendo "Deus é nosso refúgio e nossa força". Surpreendentemente, na mesma ocasião, George W. Bush, apesar da fama de cristão linha dura, dispensou referências bíblicas e citou uma carta escrita por Abraham Lincoln, em 1864, consolando uma viúva que perdera cinco filhos durante a Guerra Civil.ão ateísta dos EUA que promove a total separação da igreja e do Estado.

 

Fé Tardia

Quando o assunto é religião, Barack Obama se encontra em uma encruzilhada. O presidente americano manda mensagens mistas, tentando apaziguar os conservadores cristãos, ao mesmo tempo em que procura agradar grupos de outros credos e ateístas, que compõem uma parte significativa do seu eleitorado com raízes liberais. O resultado disso é uma maior suspeita quanto à fé do ocupante da Casa Branca, que é filho de pai muçulmano não praticante e mãe agnóstica. No seu livro A origem dos meus sonhos, Obama conta que se uniu formalmente a uma igreja (Igreja da Trindade Unida em Cristo, de uma paróquia predominantemente negra de Chicago) pela primeira vez quando tinha 27 anos, causando rumores de que a sua descoberta da fé não passou de uma decisão pragmática do então jovem e ambicioso líder comunitário.

A necessidade de provar sua fé religiosa acompanha Obama desde sua primeira campanha presidencial, em 2008. Em meados daquele ano, o político passou a concluir seus pronunciamentos com "God Bless America" (Deus abençoe a América), desfecho praticamente obrigatório para todos os discursos presidenciais americanos, desde que a frase começou a ser usada pelo ídolo dos conservadores dos EUA, o ex-presidente Ronald Regan, na década de 80. Antes de ser consagrada por Reagan, a frase só tinha sido usada uma vez por um presidente americano da era moderna. Richard Nixon, quando conclui seu discurso sobre Watergate, em 1973.

No aniversário de dez anos dos atentados de 11 de Setembro de 2001, Obama abriu seu discurso para os sobreviventes e as famílias das vítimas, no Marco Zero, em Nova York, com o Salmo 46 da Bíblia, dizendo "Deus é nosso refúgio e nossa força". Surpreendentemente, na mesma ocasião, George W. Bush, apesar da fama de cristão linha dura, dispensou referências bíblicas e citou uma carta escrita por Abraham Lincoln, em 1864, consolando uma viúva que perdera cinco filhos durante a Guerra Civil.

 

Política e Religião de Mãos Dadas

 

O caráter religioso da maior potência mundial não deixa de ser um fenômeno curioso. Na Europa, o ateísmo não só é comum como predominante em algumas nações (a porcentagem de ateístas em países como a Suécia, França, Dinamarca e Noruega varia entre 50% e 85%, segundo dados da publicação Cambridge Companion to Atheism). Desde a Revolução Francesa, a religiosidade não está tão arraigada aos governos do velho continente como está no caso dos Estados Unidos, onde a figura divina faz parte da identificação nacional. No país norte-americano, referências a Deus são encontradas em prédios públicos, no juramento à bandeira e até nas notas de dólares, que trazem impressa a frase "In God We Trust" (Em Deus Confiamos). "Vivemos em um Estado quase teocrático", afirma Buckner.

A Constituição dos EUA proíbe o governo federal de estabelecer uma igreja ou credo nacional, mas, no dia a dia das decisões políticas em Washington, os grupos religiosos são sempre considerados, impactando decisões que vão desde o acesso ao aborto e casamento entre homossexuais até pesquisa com células-tronco e ensino de ciência em salas de aula de escolas públicas.

"A América é uma nação de grande fé em Deus. A religião pode e deve ter um papel para que pessoas de todos os credos tenham assegurado que podem confiar em um líder que lhes dará a liberdade para praticar religião como elas querem e devem praticar", diz Kevin Irwin, monsenhor e teólogo da Universidade Católica da América.

Nos EUA, o credo religioso do presidente pode ter consequências profundas e de longo prazo para a sociedade, uma vez que o ocupante da Casa Branca pode, potencialmente, escolher um juiz da Suprema Corte que, por sua vez, pode criar paradigmas para ordens judiciais em toda a nação. "Uma pessoa que enxerga as leis ou os eleitores como a fonte dos direitos do povo pode adotar políticas diferentes daquelas adotadas por alguém que acredita que o Criador confere 'direitos inalienáveis' às pessoas, conforme estabelece a Declaração da Independência", afirma Ryan Messmore, pesquisador da Heritage Foundation, uma think tank (laboratório de ideias) sediada na capital americana.

Em um recente debate, todos os candidatos republicanos à presidência afirmaram que Deus ocupa um papel importante na vida deles. Newt Gingrich, ex-presidente da Câmara de Representantes dos EUA que, em 2009, se converteu ao catolicismo, foi mais longe. O político garantiu que, se chegar à Casa Branca, ele sempre consultará Deus antes de tomar decisões importantes para a nação.

Semanas depois, foi a vez de Rick Santorum, candidato católico ultraconservador, declarar seu desgosto por um Estado laico. "O secularismo de John Frederick Kennedy me faz vomitar", declarou.

O único candidato republicano que evita falar sobre sua fé é o atual favorito, Mitt Romney. O ex-governador de Massachussetts é mórmon, religião vista pela maioria dos americanos como um culto baseado em credos pouco familiares.

No entanto, o enfoque que os políticos americanos, e particularmente os conservadores, estão colocando no fervor religioso não está alinhado com os dados demográficos da nação, podendo resultar na perda de votos. Ateístas e agnósticos compõem o grupo que atualmente mais cresce no país. Pesquisas recentes do Pew Research Centre e do Instituto para o Estudo do Secularismo do Trinity College, de Hartford, indicam que entre 12% e 20% dos americanos se enquadram nesse grupo, e o número de cidadãos sem identificação religiosa dobrou nos últimos 30 anos.

Fonte: Portal Terra

 



Categoria: Notícia
Escrito por Carlos Gasparotto às 08h55
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